Treinamento com o judô na preparação paicofísica do ator/bailarino.

terça-feira, 29 de março de 2016

Colher os frutos

Silvia Luz e Adriana Brum



Silvia Luz, Kátia Sombra e Rosângela Ribeiro

No ano passado uma jovem ligou para o meu trabalho desejando conversar comigo sobre a minha dissertação de mestrado. Confesso que fiquei curiosa, mas feliz. A jovem Adriana Brum mora no Paraná e disse que viria até Belém me entrevistar, para conversarmos sobre a arte marcial japonesa Judô.     Ela queria entrevistar mulheres judocas paraenses, pois sua Dissertação fala sobre história do Judô brasileiro a partir de narrativas de Mulheres Judocas.
Depois de conversarmos por telefone, Adriana marcou as passagens e veio até o Dojô do CEFET (antiga Escola Técnica) para entrevistar as judocas paraenses: Silvia Luz, Kátia Sombra e Rosângela Ribeiro.
Foi um encontro muito prazeroso, pois vestir o judogui para mim é sempre uma honra. Obrigada Adriana e sucesso em sua jornada e volte para fazermos um Handori juntas. 
Segue o email que a pesquisadora me enviou, depois da dissertação defendida.

Olá, 
Sou Adriana Brum e, espero que esteja lembrada, no segundo semestre do ano passado, você me concedeu uma entrevista sobre sua história no judô. A partir de seu relato e do relato de outras mulheres judocas, escrevi a minha dissertação de mestrado, a qual lhe sou muito grata. 

Encaminho em anexo o texto que foi avaliado e aprovado por banca avaliadora em 26 de fevereiro e o qual estou fazendo os ajustes finais para , para sua apreciação, afinal ,você teve parte ativa na produção desse texto. Caso tenha alguma consideração sobre alguma de suas falas, estou a disposição para retorno. 

Agradeço, mais uma vez, por sua preciosa (sem exageros) contribuição. 

Grande abraço ! 
Adriana Brum 
Jornalista

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

LENDA DA CEREJEIRA

LENDA DA CEREJEIRA
Nesta época do ano, as cerejas fazem a sua aparição nas lojas e supermercados, anunciando com as suas cores quentes e garridas que já estamos no Verão. Vou, por isso, contar-vos a lenda da cerejeira, uma árvore muito apreciada no Japão e, em particular, pelos samurais.
Japanese cherry tree
Cerejeira do Japão no Jardim Botânico de Genebra
Segundo essa lenda, vivia há muitos anos em Iyo um samurai muito velho; tão velho que já nem tinha família nem amigos vivos. O único ser a que ainda podia dedicar o seu amor era uma velha cerejeira que os seus antepassados tinham plantado e à sombra da qual o velho samurai tinha brincado enquanto criança. A mesma árvora em cujos ramos os membros da sua família tinham pendurado, durante gerações e gerações, pequenos pedaços de papel onde haviam escrito belos poemas de louvor à velha árvore.
Mas um dia, ó tristeza, a velha cerejeira começou a definhar e depois morreu. Os vizinhos do samurai vieram plantar uma nova cerejeira, mas para o velho samurai a morte da árvora era um sinal de que a sua vida também estava a chegar ao fim.
Então, dirigiu-se à cerejeira cujo tronco ainda se erguia altaneiro no meio do jardim familiar e fez um último desejo: a cerejeira deveria florir ainda uma última vez. E o velho samurai prometeu que se o seu desejo fosse realizado, esse seria o momento para ele próprio morrer também. A velha cerejeira voltou a dar flor, embora fosse Inverno, e ali mesmo sob os seus ramos o velho samurai cometeu harakiri. O sangue ensopou o chão e chegou às raízes da velha cerejeira, e ela floriu uma vez mais.
Segundo ainda a lenda, desde esse dia a velha cerejeira dá flor todos os anos pelo aniversário da morte do samurai. Dizem que é no sexto dia do primeiro mês do ano, bem mesmo no coração do Inverno.
Havia uma cerejeira no jardim da antiga casa dos meus pais que dava tanto fruto que tínhamos de pôr suportes para aguentar com o peso dos ramos. Pergunto-me se a árvore ainda existe...
© Dulce Rodrigues

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Retorno

Olá pessoal!!!

Depois de algum tempo retorno com as atividades do blog, que traz como foco o treinamento psicofísico para atores de teatro. Aguardem!!!

Por Silvia Luz